Polícia Civil confirma que corpo queimado em tambor era de Juliana

O delegado de Campo Limpo Paulista, Felipe Carbonari, recebeu nesta sexta-feira (03) laudo do Departamento de Antropologia do Instituto Médico Legal (IML) confirmando que o corpo queimado, encontrado dentro de um tambor em loteamento às margens da Rodovia Edgard Máximo Zambotto é mesmo da jovem Juliana Souza de Oliveira, de 27 anos, que desapareceu no dia 1º de dezembro de 2021.

Durante as investigações os delegados Rafael Diorio Costa e Adalberto Ceolin fecharam o cerco ao cunhado da jovem, uma vez que o segurança do loteamento, Reginaldo Barbosa, de 36 anos, se tornou o principal suspeito ao negar informações sobre o motivo da jovem ter desaparecido justamente no local de trabalho dele.

O último sinal do celular de Juliana na operadora deu como sendo no terreno.

Logo em seguida que os delegados suspeitaram de Reginaldo ele fugiu.

O segurança ficou alguns dias desaparecido e se apresentou com advogado na Delegacia afirmando que iria colaborar com as investigações.

Porém, sempre negou qualquer ato criminoso contra a cunhada, apesar de provas colhidas que mostravam o contrário.

Juliana tinha saído de casa na manhã de 1º de dezembro de 2021 e teria como destino o laboratório Biológico de Várzea Paulista, para fazer exames de sangue. Mas nunca chegou ao laboratório.

O delegado Rafael Diorio conseguiu imagens de câmeras de monitoramento mostrando que Juliana se encontrou com o cunhado, foram até um posto de combustíveis e depois para a casa dele.

Durante as investigações frentistas do posto afirmaram que viram o casal juntos e passaram a colaborar com a Polícia Civil.

No final daquele dia vários saques da conta corrente da jovem tinham sido realizados, totalizando R$ 4 mil.

Alguns dias depois do desaparecimento, em 20 de dezembro, a equipe do delegado encontrou, no loteamento onde a jovem tinha desaparecido, alguns pertences dela, como o cartão de ônibus dela. Dentro de um tambor havia o corpo de uma mulher queimado.

O delegado Diorio requisitou exames de DNA ao Instituto Médico Legal (IML) de Jundiaí, que agora comprova que o corpo era mesmo de Juliana.

Diante de todas as evidências a Justiça de Campo Limpo Paulista determinou a prisão do segurança Reginaldo, que agora deverá ir a julgamento pelo Tribunal do Júri.

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