IA sem supervisão humana pode gerar prejuízos

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PANROTAS / Emerson Souza

John Palomino, VP de Core Services da BCD Travel

John Palomino, VP de Core Services da BCD Travel

A tecnologia pode ser uma grande aliada à indústria de viagens, mas também pode se tornar um perigo, caso não tenha supervisão humana. O tema foi destaque da palestra ministrada pelo VP de Core Services da BCD Travel, John Palomino, durante o evento BCD Elite Partners, que acontece hoje (27) em São Paulo.

“Até 2030, decisões tomadas por agentes de Inteligência Artificial sem a supervisão humana causarão US$ 100 bilhões de danos a ativos. Por isso, a precisão dessas tecnologias nos serviços que prestam aos clientes é importante”, destaca Palomino. Ele citou como exemplo o caso do chatbot da Air Canada, que emitiu um desconto por engano em uma passagem aérea, fazendo com que a aérea fosse obrigada a indenizar o passageiro.

“A nova tecnologia de IA trará a próxima geração de tecnologia em viagens. Inicialmente focada em transformar o serviço, a IA irá além e transformará o papel dos agentes para solicitação de reservas e serviços não relacionados à reserva”, destaca Palomino.



Com informações de Karina Cedeño

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